Ana Raspini é viajante, além de professora de Inglês, e escritora.

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Brasileira, professora de Inglês, escritora, mas acima de tudo, viajante.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Roteiro de 3 (ou 4) dias em Buenos Aires (com gastronomia)

Fui a Buenos Aires no feriado de Tiradentes deste ano (2016), cheguei na quinta à tarde e voltei no domingo ao meio-dia.

Seguem, então, minhas sugestões do que ver e onde comer em 3 dias na capital Argentina.

DIA 1

Chegando até umas 18h no seu hotel, ainda é possível aproveitar o Dia 1 para ver o sol se por em Puerto Madero. Uma amiga disse que o pôr-do-sol era o momento perfeito para se estar em Puerto Madero por conta das luzes dos guindastes que se acendem e o reflexo que produzem na água. De fato, recomendo essa região à noite. Lá, você verá a Puente de La Mujer, a Fragata Sarmiento, que é uma antiga embarcação que virou um museu náutico, e fotografar os guindastes que eram usados para descarregar produtos no porto. Não deixe de jantar uma Parrilla e tomar um sorvete na Freddo, de doce de leite, claro.




Todos os restaurantes nessa região são caros, mas o Cabaña Villegas é o mais acessível deles. Serve Parrilla de qualidade e tem vinhos bons em taças.

Se tiver tempo, já no primeiro dia, dê uma passada rápida no Café Tortoni e garanta seu ingresso para o Show de Tango deles, sobre o qual já falei aqui.

P.s.: Se você chegou na cidade bem cedo no primeiro dia, aproveite para fazer os passeios pelo centro, sugeridos abaixo.

DIA 2

Comece o dia se deliciando com as Medialunas da Canape, Cafe e Panaderia, na Calle Uruguay, 673. Padaria simplinha, mas que vai te deixar boquiaberto.


Teatro Colón - interior

Neste dia, explore a região central ao máximo. Faça um passeio a pé passando pelo Teatro Colón, que oferece tours guiados em Espanhol e Inglês, o valor é 200 pesos por pessoa e o passeio é de cerca de 1 hora.














Catedral Metropolitana - exterior
Catedral Metropolitana - interior














Depois, siga para o Obelisco e, se estiver com fome, pare para um churros com chocolate quente no Café Tortoni (e compre ingressos pro show de Tango, caso não tenha tido tempo no dia anterior). Depois, siga para a Plaza de Mayo, onde você verá a Catedral Metropolitana, linda por dentro e por fora, e a famosa Casa Rosada.


Plaza San Martín

Depois, caminhe pela Calle Florida, que é uma rua com lojas e casas de câmbio, até chegar na belíssima Plaza San Martín.

Se sobrar tempo, dê uma rápida passada no El Ateneo, teatro que virou uma livraria.
À noite, emocione-se no Show de Tango.

Nessa região central, recomendo o Restaurante Million, na Calle Parana, 1048.




DIA 3


Rosedal

Rosedal











No terceiro dia, é tempo de explorar os Bosques de Palermo e o bairro da Recoleta. Comece pelos Bosques de Palermo, que são o Rosedal, com entrada gratuita, e o Jardim Inglês, que é pago (confesso que não quis entrar no Jardim Inglês, mas de fora pareceu impressionante).


Floralis Genérica

Ali perto é a Plaza de las Naciones Unidas, onde fica a Floralis Genérica. Depois siga para a Recoleta, para ver o famoso Cemitério da Recoleta.


Cemitério da Recoleta

















Música ao vivo no Caminito

Caminito















Se sobrar tempo, pegue um metrô e depois um táxi para conhecer o Bairro La Boca, onde fica o Caminito. O passeio é rápido, mas é perfeito para um fim de tarde, com uma Quilmes gelada e a música ecoando por todos os cantos do lugar.

Almoce no delicioso e tradicional (e com bom custo-benefício) Don Julio, na Calle Guatemala, 4691, próximo aos Bosques de Palermo.

Para mim, o quarto dia foi um tanto triste. Eu havia planejado ver a Feira de San Telmo, que só acontece aos domingos, ainda antes de embarcar de volta pra casa. Eu imaginava que, se chegasse às 8h em San Telmo, veria a feira até umas 9h30, voltaria ao hotel até às 10h, e estaria às 11 no aeroporto, para pegar o voo ao meio-dia. Acontece que só lá em Baires descobri que a Feira só começa às 10h da manhã. Resultado, não conheci a feira... Mas, se você tem um voo mais tarde que o meu no domingo de volta, pegue um metrô e vá até este famoso mercado de pulgas.

...

Talvez você também queira ver as outras matérias sobre a cidade:

Buenos Aires, onde conto minhas lembranças afetivas da capital Porteña;
Buenos Aires - 8 anos depois e 2 gripes suínas mais tarde, onde conto sobre os motivos que adiaram minha visita à cidade em, nada mais, nada menos, que 8 anos!
E os Videos do show de Tango do Café Tortoni, para te deixar com água na boca!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

BUENOS AIRES

Uma viagem adiada há 8 anos, essa era a sensação. Parte da minha pesquisa sobre Buenos Aires foi pegar o caderninho de anotações que eu mantinha em 2008. Tão estranho pensar que todas aquelas atrações, restaurantes e cafés embremáticos, comidas e bebidas típicas estariam lá me esperando 8 anos depois.

Buenos Aires carrega consigo um peso. Um peso aristocrata. Um peso Europeu. Um peso que os argentinos se orgulham de carregar e que existe desde antes deles ou da própria cidade existir.

Existe uma animosidade estranha entre brasileiros e argentinos. Mas eu, que não me importo com rixas de futebol, ou com o próprio esporte, penso que apenas pelo banheiro, os Porteños já nos derrotaram. Jogar o papel higiênico na privada já os coloca um passo a frente de nós.

Não diga que o idioma é o Espanhol, eles se ofendem. É um idioma próprio e arrastado na medida certa para confundir o turista.

Mas o idioma da música e da dança é universal. No tango, na milonga, nas boleadeiras, nas letras de Gardel, todos se entendem, e se encantam, e aplaudem e se emocionam.

A carne é diferente, mas não tenha medo de arriscar. Se estiver sem sal, os restaurantes já estão habituados a essa reclamação brasileira, e o saleiro sempre vai estar sobre a mesa. Vá em frente, pode pedir a morcilha!

Mas lembre-se: eles são bons em Malbec. Não peça outra coisa. Eu não entendi, mas os vinhos brancos são sempre doces por lá. Depois da segunda tentativa e erro, fiquei no Malbec mesmo.

Não tome café da manhã no hotel. Vai por mim. Ache uma padaria humilde, com atendentes meio mal-humorados, e lá você terá a experiência reveladora de uma medialuna de manteiga com café que vai te fazer sonhar acordado dias depois. Meses depois.

E não esqueça do sorvete de doce de leite, das milanesas, da pizza diferentona. Tome uma Quilmes para refrescar e uma Patagônia para celebrar.

Sente-se numa mesa de bar no Caminito para ver uma herança Italiana que ultrapassa ela mesma. Sente numa mesa externa para comer Parrilla e observe uma herança Gaúcha que também excede a si mesma.

Ande pelas ruelas, perca-se nos bairros, e seja o brasileiro que excedeu a si mesmo.









quarta-feira, 8 de junho de 2016

Buenos Aires, 8 anos depois e 2 gripes suínas mais tarde

Buenos Aires é, geralmente, o primeiro destino internacional dos brasileiros nesta vida.

Era pra ter sido o meu também. Mas acabou sendo o décimo.

Deixe-me explicar.

No ínicio de 2008, decidi fazer um mini-intercâmbio em Buenos Aires, pois eu estudava espanhol na época. Comprei um pacote que incluia curso, estadia e passagens aéreas, e comecei a pagar o pacote em várias prestações. O intercâmbio seria em julho daquele ano.

Acontece que - para aqueles jovens que não lembram - 2008 foi o ano em que ouvimos falar, pela primeira vez, da assustadora e assoladora gripe suína. E os países mais afetados na America Latina eram justamente aqueles com invernos mais rigorosos, dentre eles, Argentina e Chile.

Na ocasião, o governo brasileiro sugeriu a quem tivesse viagem marcada para esses países, que a cancelasse, por medida de precaução.

A gripe suína, depois renomeada H1N1, que teve novo surto este ano, estava matando milhares de pessoas. Por isso, com medo de possíveis processos jurídicos, a empresa que estava organizando o meu intercâmbio cancelou tudo.

Fiquei desolada. Aquela iria ser minha primeira viagem internacional e eu já havia pago mais da metade do valor do pacote. Sem contar toda a pesquisa e montagem de roteiro!

Eis que, quase 8 anos mais tarde, depois de ter viajado para uns 10 países, surge a oportunidade de comemorar meu aniversário (que, pela segunda vez na minha vida, caiu num feriadão) em Buenos Aires.

Agarrei a chance com unhas e dentes e não me arrependo. Mesmo tendo ido já 7 vezes à Europa, Buenos Aires é única. Baires é uma mini-Europa com os benefícios extras do tango e da carne abundante.

Segue, também, meu relato lírico sobre a cidade.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Nossos videos do Show de Tango em Buenos Aires

Eu já havia explicado com detalhes neste post como funciona o Show de Tango do Café Tortoni. Mas dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, então, seguem dois videos que fiz do show.

No video abaixo, vemos o cantor interagindo com a platéia, convidando para cantar "Por una Cabeza", de Carlos Gardel:


E no video abaixo, vemos uma das muitas apresentações de dança, neste caso com todos os 4 casais de bailarinos:


O show do Café Tortoni tem teatro, música, dança e até uma apresentação de Boleadeiras. Uma experiência Portenha imperdível!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Como é o show de Tango do Café Tortoni, em Buenos Aires

Antes de ir a Buenos Aires, já sabia que queria ver um show de Tango. Mas assim como fiz com o show de Fado em Lisboa, sabia que não queria ver nenhuma superprodução à la Hollywood. Eu queria ver algo mais "raiz"...

Os shows caros e produzidos, caso você queira ver, são no Rojo Tango, no Señor Tango, entre outros. Nessas casas, existe a opção de ver apenas o show, ou ver o show + jantar. Todos os sites e avaliações de turistas que li durante a pesquisa pré-viagem diziam que a comida nesses lugares é fraca.

Uma amiga (oi, Thais!), e depois outros conhecidos, super indicaram o show de Tango do Café Tortoni, que também é um dos must-see de Buenos Aires. Cafeteria antiga e charmosa, foi uma das primeiras instalações do tipo na cidade e reunia os artistas e intelectuais da época em que Carlos Gardel trazia o Tango para as bandas do Rio da Prata.

Essa minha amiga comentou que o Tortoni fazia 2 shows por noite, e que o mais animado era, sem dúvida, o último. Com medo de ficar sem ingresso, ou num lugar ruim, já passamos lá no dia da nossa chegada (quinta), e compramos o ingresso pro show do dia seguinte. No entanto, chegando lá, o cara que vende os ingressos disse que eles haviam parado de fazer 2 shows, por falta de platéia, e estavam fazendo apenas um por noite, às 20h. Eles sempre pedem que você chegue meia hora mais cedo.

O show de Tango do Café Tortoni é um dos mais baratos, 300 pesos por pessoa. Você fica sentado em mesas para 4 pessoas. No nosso caso, como éramos apenas 2, dividimos a mesa, na ocasião, com dois rapazes da Coréia do Sul. Você sempre terá de dividir a mesa, se estiver em menos de 4 pessoas. O garçom (russo!!!) traz o cardápio e tira os pedidos antes do show começar. Você pode consumir qualquer coisa do cardápio, mas eles não repõem durante o show.

O show é uma mistura de teatro, dança, canto e apresentação musical. Tem um cantor principal, muito bom, 4 casais que dançam, e existe um intervalo nesse "teatro-dança-cantoria" para um homem que se apresenta com boleadeiras, acompanhado de outro que toca o tambor típico dos Gauchos. O show leva, aproximadamente, uma hora.

Mas para nosso espanto, ao final do show, exigiram que todos saíssem da salinha subterrânea onde acontece o show. Nós, que ainda não tínhamos terminado nosso vinho, ficamos nas mesas do café, e foi então que vimos que, SIM, eles têm uma segunda sessão do show! Fiquei bem ofendida, porque queria ter visto essa sessão mais tarde, pois facilita no quesito "jantar". O Café Tortoni é um tanto caro, e não oferece refeições de verdade. Ou seja, acabamos não jantando e ficando com fome no fim da noite...

Mas o show em si é empolgante, eles interagem muito com a platéia. Achei a experiência sensacional!

Fique de olho na nossa página no Facebook para ver os videos que fiz lá! Ou veja os dois melhores nesse post!




quarta-feira, 11 de maio de 2016

O que fazer e onde comer em Paris

Fiquei apenas 4 dias em Paris, e aqui estão as experiências que tive nesse tempo. Resumidas, claro. Fiz um roteiro dinâmico, com algumas sugestões famosas, e outras nem tanto, mas confesso que algumas coisas ficaram pra próxima.

Pegue o metrô Palais Royal Musée Du Louvre linha 1 e desça no Musée Du Louvre para vê-lo de fora. Se for vê-lo por dentro, reserve uma tarde toda para as suas seções preferidas, ou um dia todo para ver o lugar por completo.

Dica de refeição perto do Louvre, para quem for passar o dia no museu e ficar com fome:

Le Comptoir de la Gastronomie, 1o. arrondissement, perto do Louvre
34 Rue Montmartre
Metrô: Etienne Marcel (linha 4)
De segunda a quinta de 12h às 23h, sexta e sábado de 12h às 0h

Este restaurante é especializado em Foie Gras. Lá comemos sopa de cebola, um clássico francês, e Ravioles de foie gras de pato com creme de trufas. Foi a refeição mais cara que fizemos em Paris: aproximadamente 65 euros, com vinho.


A partir do Musée du Louvre, caminhe até os Jardins des Tuileries: Belíssimos jardins onde os franceses lêem o jornal. Caminhe por lá com calma. O jardim termina na também bela Place de la Concorde.

Fomos ver o Arco do Triunfo seguindo pela Champs-Elysées. Do Louvre até o Arco são quase 4km, por uma rua turística e muito cheia de gente. Leva de 1h a 1h30. Eu fiz, mas não recomendo se for uma viagem curta. Achei o Arco dispensável. Porém, se você é muito fã, tem como entrar nele.

Daqui, pode-se ainda optar por ir até a Église de la Madeleine, que é linda por dentro e por fora, com colunas gregas.





Quem gosta de museus, não pode perder, além do Louvre, outros dois museus menores, mas muito importantes na capital francesa:

Orangerie - Museu pequeno e fofo, onde se precisa de apenas umas 2hs, e estão as Ninféias, de Monet.



D’Orsay - Museu que fica numa antiga estação de trem, lindíssimo. Dizem que é o verdadeiro museu dos parisienses. Precisa-se de umas 4 a 6hs para vê-lo por completo.

Compre os ingressos dos dois juntos e vai economizar. O passaporte Orsay + Orangerie custa 16 euros.

Caminhe pelas margens do Sena até 
Notre Damme.



Eu, particularmente, sugiro ver a torre de uma maneira mais ‘glamurosa’ e inesquecível: Pegue um metrô para a estação Trocadéro, e, ao sair da estação, vá até os Jardins du Trocadéro. De lá, você vai ter a melhor vista da Torre. A posição é perfeita para fotos. Depois desça pelos jardins, onde ficam chafarizes gigantes, que fazem um espetáculo de águas a cada hora cheia. Finalmente, cruze a ponte e estará na Torre. Subir ou não, é escolha sua. À noite, a Torre tem um show de luzes a cada hora cheia.



Não tive tempo de ir às Catacumbas de Paris. Amigos, no entanto, dizem coisas distintas: uns adoraram, outros disseram que só os primeiros metros são impressionantes, depois vira mais do mesmo. A entrada custa 10 euros.

Os jardins de Luxembourg são lindos, e não precisa de muito tempo para vê-los. Perto deles também ficam os Jardins Des Plantes.

Também visitamos a St. Germain des Près, a igreja mais antiga de Paris. Fiquei impressionada com a arte em madeira, e com uma concha gigante onde fica a água benta.

Próximo da igreja e do jardim de Luxembourg, sugiro este restaurante:

L’Avant Comptoir, em Saint-Germain-des-Prés, no 6o. arrondissement
3 Carrefour de l’Odéon
Metrô: Odéon (linhas 4 e 10)
Todos os dias 12h às 23h

Tivemos uma refeição inesquecível aqui. O lugar é especializado em petiscos de carne de porco. É apenas um balcão, onde você come em pé mesmo. Sobre o balcão, o melhor pão que já comi na vida, acompanhado de manteiga também feita por eles. Sugiro o peito de porco caramelizado. Gastamos menos de 30 euros o casal, com vinho.

Nesta mesma região, fica a Shakespeare & Co. (onde você precisa ler a inscrição inspiradora que o dono fez quando deu a livraria a sua filha), e a imprescindível Notre-Dame. Custa 8,50 para subir na torre, mas tem uma fila lenta. Para entrar na própria catedral é gratuito, também tem filas, apesar de mais rápidas.

Também nesta região, está a minha sugestão para comer bons crepes franceses: Crêperie de Cluny (20 Rue de la Harpe). Gastamos menos de 40 euros o casal, com cerveja (mas foi uma cerveja bem cara, acima da média).


A Basílica de Sacré-Coeur fica no alto de uma colina, e por isso, é razoavelmente cansativa para subir, mas tem uma vista linda de Paris. A entrada é gratuita. A famosa cena em que Amélie Poulain entrega o livro de fotos a Nino acontece nas escadarias da basílica. Ali perto fica o Moulin Rouge e o café em que Amélie trabalha no filme.

Aqui, eu faço um apelo: se for a um único restaurante em Paris, vá fazer degustação de queijos neste: 

L’Affineur Affiné: 51 rue Notre Dame de Lorette 75009 Paris. Fechado nas terças feiras. Aberto de quarta até sábado das 10.30h até 21.30h. Domingo e segunda das 10.30h até 20.30h.
Se não reservar antes, chegue cedo. Eles têm apenas 7 mesas, e, assim que elas enchem, eles fecham a entrada. A degustação tem, além de queijos, pães feitos lá mesmo, e uma salada primorosamente temperada com mel e mostarda. Pedimos apenas 5 queijos, e já foi mais que suficiente para 2 pessoas. Eu ALTAMENTE sugiro o queijo com trufas negras e o gorgonzola. Gastamos menos de 30 euros o casal, com vinho.


Extras - Abaixo seguem mais passeios que deixamos de fazer e um restaurante que deixamos de conferir por falta de tempo, mas que pretendo fazer na próxima ida a Paris:

Experimentar Escargot no Les Fous de l’Ile, 32 rue des deux Ponts 75004 Paris. Metrô: Pont Marie.

Passeio ao Château de Versailles e a Giverny, os jardins de Monet.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Canções e Álbuns de Viagem

Eu já havia feito uma lista aqui com 7 canções que me dão vontade de viajar.

Mas como a gente não para de conhecer novas canções, decidi dar continuidade a esta lista. Mas, desta vez, também vou falar de 2 álbuns que trazem as viagens no próprio nome, e foram feitos para serem apreciados na estrada (ou no ar).

Segue, então, uma compilação de canções e álbuns para inspirar sua viagem, seja antes de partir, seja para ouvir no avião/trem/ônibus/carro/bicicleta:

Canções

Willie Nelson - On the road again


Billy Joel - Vienna


Jason Mraz - 93 Million Miles


Álbuns

Sabe o filme "Into the Wild", em português "Na Natureza Selvagem"? Então, ele é baseado numa história real, aquele ônibus existe e ainda está lá no mesmo lugar. E pra deixar tudo ainda mais especial, o Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, fez a trilha sonora do filme toda sozinho. Isso mesmo, todas as canções do filme são escritas e cantadas por ele. É um dos álbuns de viagem mais lindos que já ouvi, apesar de eu não gostar muito do filme (acho muito triste... mas sem spoilers, ok?).

Eddie Vedder - Into the Wild soundtrack


Outro álbum pra ouvir na estrada é o Highway Companion do Tom Petty, que seria traduzido quase que literalmente como "Companhia para a Estrada". Perfeito para Road Trips!

Tom Petty - Highway Companion


Você tem mais alguma sugestão? Deixe nos comentários!